quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Let the world paint a thousand pictures

Minha vida toda presa à um batimento cardíaco.
Um segundo, uma pausa... infinito.
Não sei se é saudável ou lamentável, mas me tornei, de fato, o termo que mais me aflige. Sou um nervo, exposto, pulsante... à flor da pele.
É tão difícil não odiar a maioria de vocês.
Já escrevi tantas vezes que eu preciso de paz, mas talvez seja caos o que eu deseje. Repito. Talvez, talvez... É uma verdade inventada.
A curva (mais uma) da montanha russa chegou. Aquela injusta, que precede a queda. O corpo, a auto-estima e até o sossego... tudo engavetado, tudo pra depois.

"Se ajuda."
"Mas eu só quero uma cerveja gelada e umas estrelas pra olhar. Não tô mais com medo de explodir. Não tô com medo de mais nada. Eu só quero descansar. Fechar os olhos. Deixar as coisas se encaminharem sozinhas."


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sunrise

"Todo mundo está sujeito a perder tudo."

Eu entendo, mas dificilmente absorvo a angústia dos outros. Tenho pra mim que não é saudável... As exceções são raras - e humanas. Se dão no plano do coração (a dor dos meus amores é também a minha dor) e, mais dificilmente, na fragilidade explicita das nossas existências (o mundo é uma máquina de tragédias e entrar em contato com elas dói).

Mas, as vezes, essa regra não-dita me foge. De vez em quando, eu me deixo mergulhar no desespero por trás dos sorrisos forçados e olhos em pânico que me cruzam por aí. Só penso em escrever, quando é assim... Que egoísta da minha parte! É que eu não sei disso de ser boa pra ninguém que eu já não seja por natureza. Sempre falho quando chega a isso.

Eu espero, então, que fique tudo bem logo. Que as coisas todas, nos lugares todos, sorriam pra você. Sim, você, que não está no Fantástico, nem na atualização de status emocionante de ninguém. Que não é meu namorado, nem minha família, nem minha melhor amiga... Seu mundo vai nascer de novo.