quarta-feira, 13 de maio de 2015

oraçãozinha dos ansiosos

Todo desapego será recíproco.
Toda falta de fé, mútua, mas não necessariamente compartilhada.
Se o mundo ou alguém partir meu coração, vou tirar disso o melhor. 
Não vou sucumbir à dor, muito menos à incerteza da dor.
Prometo me manter fiel a paz de espírito que idealizo todos os dias.
Prometo não ter mais dores de estômago com problemas que ainda não existem.
Prometo encontrar na frieza minha defesa.
Amém.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Notice your heart

“Take a shower, wash off the day. Drink a glass of water. Make the room dark. Lie down and close your eyes.
Notice the silence. Notice your heart. Still beating. Still fighting. You made it, after all. You made it, another day. And you can make it one more. 
You’re doing just fine.”

Charlotte Eriksson 

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Bonfire

Duas da manhã. Noite comum, sem graça como a maioria, mais escura que qualquer outra.

Se estivesse uns 15 graus lá fora, era muito.
Mas dentro dos ossos, correndo junto ao sangue, pulsando na polpa cerebral, só havia fogo.

Será que é genética, essa ansiedade? Será que esse ódio fugaz é culpa do estilo de vida escolhido? Será que essa angustia dantesca foi causada pelos tantos vícios?

De onde vêm essas coisas? É química ou herança? É ciência ou sentimento? É sintoma ou causa?
É o maior valor ou o pior defeito?